O Ultrassom de Tireoide avalia a glândula no pescoço, detectando nódulos, cistos, aumento de volume e sinais de tireoidite. Exame indolor, sem radiação e sem preparo. Sem plano!
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Avalia o volume total da glândula, a ecotextura (homogênea ou heterogênea), a presença de nódulos (sólidos, císticos ou mistos), linfonodos cervicais aumentados e vascularização com Doppler. É o exame mais indicado para rastreio de nódulos.
É indicado quando: há nódulo palpável no pescoço, o TSH está alterado (hipo ou hipertireoidismo), há suspeita de bócio (glândula aumentada), tireoidite de Hashimoto, controle após cirurgia de tireoide ou câncer tratado.
Sim — identifica características suspeitas dos nódulos como bordas irregulares, microcalcificações, ausência de halo e hipervascularização. Nódulos suspeitos são classificados pela escala TI-RADS e podem precisar de biópsia (PAAF) para diagnóstico definitivo.
Não. Não é necessário jejum, remédios especiais ou suspensão de medicamentos. O exame é rápido (15–25 minutos), indolor e realizado com o pescoço levemente estendido. Leve pedidos e exames anteriores se tiver.
O ultrassom avalia a estrutura — não a função hormonal. O TSH, T4 livre e T3 avaliam se a glândula está trabalhando pouco (hipo) ou demais (hiper). O ultrassom complementa esses exames identificando a causa estrutural, como nódulos ou inflamação.
Depende da indicação. Nódulos benignos costumam ser revisados a cada 1–2 anos. Nódulos suspeitos e pós-cirúrgicos são acompanhados com mais frequência, conforme orientação do endocrinologista.
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