O Ultrassom Transvaginal avalia útero, ovários, trompas e endométrio com imagem de alta resolução. Indicado pela ginecologia e no início da gravidez. Sem plano!
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Avalia o útero (forma, tamanho e posição), o endométrio (espessura e textura), os ovários (folículos, cistos e volume) e as trompas. É o exame mais preciso para diagnóstico ginecológico pélvico.
No abdominal, a sonda percorre a pele do abdômen e exige bexiga cheia. No transvaginal, a sonda — coberta por gel estéril — é inserida na vagina, ficando mais próxima dos órgãos e gerando imagens com muito mais detalhes.
É indicado para: suspeita de mioma, endometriose, cisto de ovário, sangramento irregular, dor pélvica, infertilidade, acompanhamento de folículos (para FIV) e confirmação da gravidez nas primeiras semanas.
Sim. O exame pode ser realizado normalmente durante o período menstrual. Em alguns casos, como no rastreamento de endometriose, o médico prefere realizar durante a menstruação para melhor visualização das lesões.
Não é necessário jejum. Ao contrário do ultrassom abdominal, a bexiga deve estar vazia ou semi-vazia para o transvaginal, pois uma bexiga muito cheia distorce a imagem dos órgãos pélvicos.
Na grande maioria dos casos, não. A sonda é fina e o procedimento é cuidadoso. Mulheres com vaginismo ou que nunca tiveram relação sexual devem informar o médico antes — o exame pode ser substituído pelo abdominal quando necessário.
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